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TUBERCULOSE E BRUCELOSE: Propriedades devem estar livres da doença até julho

Em 2011 foram registrados mais de 300 casos de tuberculose e brucelose na região Oeste. O número gerou polêmica pelo alto índice da doença, no entanto, de acordo com médicos veterinários, o controle rigoroso, os procedimentos de profilaxia e de saneamento para obter certificado de livre de tuberculose e brucelose são a explicação do aparecimento de tantos casos

Quando a Instrução Normativa 51 entrar em vigor, a partir de julho de 2012, todas as propriedades devem estar livres de tuberculose e brucelose. O produtor que não estiver adequado perde o direito de comercializar leite. Conforme dados, até o momento, não existe nenhuma propriedade livre das zoonoses (doenças contagiosas, transmitidas para o ser humano).

Segundo o médico veterinário Audrei Delazeri, a doença sempre existiu, mas com as exigências de exames e das propriedades livres, o aumento de casos é natural. Santa Catarina era considerado estado livre das duas doenças contagiosas, no entanto, cada vez são descobertos mais casos. Como o Estado é considerado livre de várias doenças, optou por não vacinar os animais contra a brucelose, para não dificultar as exportações.

A solução para deixar as propriedades livres da doença e não causar maiores danos à saúde pública é fazer os exames. “É necessário que todos os produtores façam os exames antes que a normativa entre em vigor. Não deixe para última hora, pois uma propriedade onde existe a doença, para se tornar livre, demora mais de um ano”.

A brucelose causada pela Brucellaabortus e a tuberculose pelo Mycobacterium bovis afetam principalmente a espécie bovina e bubalina. As doenças também são transmissíveis ao homem. A transmissão da brucelose entre bovinos ocorre via oral e genital. O homem pode infectar-se por ingerindo leite e derivados e pelo contato com animais enfermos ou material de aborto. Um dos principais sintomas de brucelose nos animais é o aborto.

A tuberculose é disseminada entre os bovinos principalmente via oral respiratória. A transmissão para o homem ocorre pela ingestão de leite e derivados contaminados, via cutânea e respiratória. Nos bovinos, a tuberculose caracteriza-se pelo desenvolvimento progressivo de lesões granulomatosas, que podem se localizar em qualquer órgão, causando redução do tempo de vida produtiva, rejeição parcial ou total de carcaças, crescimento mais lento ou mesmo perda de peso e diminuição na produção de leite.

Para ser certificada como livre, a propriedade deve apresentar três testes negativos para todos os animais do rebanho, num período mínimo de nove meses. “O valor do exame é considerado irrisório, se comprado às perdas: morte dos animais, diminuição da produção, transmissão da doença, além dos riscos à saúde pública”, destaca o veterinário. Quando os testes são positivos, o proprietário se compromete a sacrificar os animais e a Cidasc interdita a propriedade. Em seguida é necessário fazer exames em todos os animais. Os proprietários também devem procurar o posto de saúde. “Antes de a doença causar altos prejuízos na propriedade, é necessário que todos os produtores tenham consciência e façam os exames com urgência”, alerta.

 
Qual a sua preferida?

Francesa, Niágara branca ou rosa: seja qual for o tipo de sua preferência, é impossível resistir a um bonito cacho destas redondinhas saborosas

Gervásio Von Bostel adquiriu experiência durante cinco anos trabalhando no plantio de uva em uma propriedade no município de Bento Gonçalves/RS. Por lá, toda produção é destinada à fabricação dos famosos vinhos da região. As técnicas de cultivo, Gervásio e a esposa Irene decidiram aplicar na propriedade da família em La. Dourado, a partir do ano 2004. Iniciaram com plantio de apenas uma variedade, ampliando a plantação a cada ano. Nesta safra, cuja colheita iniciou há três semanas, os quatro mil pés produziram em torno de 15 mil quilos de uva. Gervásio pretende concluir a colheita ainda nesta semana.

A venda ocorre em mercados, fruteiras, direto nas residências dos consumidores, na propriedade (2 km do asfalto, na La. Guaíra) e também sob encomenda pelo fone 3677 3694, com entrega a domicílio. A variedade francesa custa R$ 1,50 o quilo e a Niágara branca ou rosa 1,75.

Para incrementar a renda e oferecer frutas em outras épocas, o casal também cultiva figo e caqui. Este é o primeiro ano da safra do figo, cuja colheita das frutas nos 400 pés plantados inicia no mês de fevereiro. Já os caquis devem começar a produzir em 2014. Segundo o casal, o objetivo é ampliar a produção e os negócios.

 
Administração adquire área para Cemitério Público Municipal

Um dos anseios da população foi concretizado na quarta-feira, 25, com a compra da área de terra com 10.000m², que abrigará o Cemitério Público Municipal. O ato solene de assinatura de homologação da compra reuniu autoridades, representantes religiosos e da população no local do novo cemitério. A área está localizada na La. Letras, próximo ao perímetro urbano de Iporã.

Segundo o secretário de Administração, Pedro Gauer, foram investidos R$ 184 mil pela administração municipal na aquisição da área. “Era preocupação antiga da administração, iniciar o projeto do Cemitério Público, que beneficiará as mais diversas religiões. O próximo passo será fazer um projeto de implantação do cemitério e liberar os projetos ambientais”, explicou Gauer. A área adquirida da família de Atanásio e Lúcia Melz, passou por comissão de avaliação, que após longa procura a avaliou como apropriada. “Precisamos trabalhar para o mais rápido finalizar este projeto”, disse Pedro.

Conforme o prefeito Adélio Marx, o Cemitério Público era umas das principais ações da administração desde 2009. “Agora é realidade! Sempre lutamos para que o município tivesse esse local. Diversas administrações passaram e não conseguiram executar o projeto, no entanto, nós estamos cumprindo o que prometemos”, finalizou Adélio.

 
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